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  • É um lugar privilegiado para desfrutar de pores do sol espetaculares e belas vistas da baía de Todos os Santos.
    Turistas e moradores poderão subir as escadas em espiral da torre de 22 metros de altura (equivalente a um prédio de sete andares) e ver toda a estrutura do farol. Lá está a maquinaria francesa de 120 anos de idade conectada diariamente – o faroleiro acende a luz ao pôr do sol e desliga ao amanhecer. A luz pode ser vista a 60 quilômetros de distância, guiando embarcações. Do topo do farol, a vista de 360 ​​graus abre a Baía de Todos os Santos e o oceano aberto do Oceano Atlântico.

    Considerado o farol mais antigo da América, o trabalho é um marco histórico da Bahia. Faz parte do complexo arquitetônico do complexo militar do Forte de Santo Antônio da Barra, que também abriga o Museu Náutico

     

    História

    No século XVII, o porto de Salvador era um dos mais movimentados e importantes do continente, e era necessário ajudar os barcos que chegavam à Baía de Todos os Santos em busca do pau-brasil e outras madeiras preciosas, açúcar, algodão, tabaco e outros artigos, para abastecer o mercado consumidor europeu.

    No final desse século, e depois de um trágico naufrágio do Santísimo Sacramento Galleon, da frota da Companhia Geral de Comércio do Brasil, em um banco de areia em frente à foz do rio Vermelho, em 5 de maio de 1668, o Forte de Santo Antônio da Barra foi reconstruído. Durante ou General Governo de Juan de Lancaster (1694-1702), o forte recebeu um farol – uma torre caducular com uma lanterna de bronze vidrada, alimentada com óleo de baleia. Segundo o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, foi um dos primeiros do Brasil e um dos mais antigos do continente (1698). Era conhecido como Vigia da Barra ou Farol da Barra.

     

    O diário de bordo do corsário inglês William Dampier, em 1699, relata: «A entrada da Baía de Todos os Santos é defendida pelo imponente Forte de Santo António, cujas lâmpadas acesas e suspensas para orientação dos navios, vimos à noite».
    O Decreto de 6 de julho de 1832 determinou a instalação de um farol mais moderno, fabricado na Inglaterra, em substituição ao antigo. No final das obras, inaugurado em 2 de dezembro de 1839, o novo equipamento de iluminação foi erguido em uma torre frustocônica, com um período de dezoito milhas náuticas em tempo claro.
    Em 1937, o antigo sistema “Barbier” de querosene de iluminação foi substituído por luz elétrica, comemorando o primeiro centenário do farol em 2 de dezembro de 1939. Atualmente, o farol é considerado um dos ícones da capital baiana, inspirando artistas e poetas.

     

    Fonte: https://www.feriasbrasil.com.br/ba/salvador/faroldabarra.cfm

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